Um espaço para a arte QUEER no Brasil
Música, artes plásticas, teatro, performance, cinema, literatura, poesia, programação infantil, gastronomia carioca de rua, festas noturnas e boemia dão vida à QueeRIOca, o primeiro centro de arte e cultura LGBTI+ do Rio de Janeiro. Agora localizado na histórica Rua da Quitanda, ocupando um casarão colonial do século 19, oferece uma programação diversificada e intensa. Sob a curadoria de uma equipe multidisciplinar, os eventos incluem atrações fixas e flexíveis, gratuitas e pagas.
— RioTour (editado)

Fundadoras
O projeto nasceu durante a pandemia de COVID-19, idealizado pelo casal de artistas Cristina Flores e Laura Castro, que promovia encontros artísticos e de troca no terraço de sua própria casa, um espaço chamado Jardim. O sucesso e a necessidade de um local seguro para artistas queer geraram o sonho de expandir a iniciativa.
— Rampas Uerj (editado)

Fundadora
Cristina Flores
Cristina Flores é atriz brasileira indicada aos principais prêmios da cena teatral, é jardineira, pesquisadora, mestre em mamilos, e está se formando em psicanálise.

Fundadora
Laura Castro
Formada como atriz pela CAL, bacharel em teoria do teatro e mestre em Poéticas da Cena pela UNIRIO, Laura Castro é fundadora e curadora da Queerioca, primeiro centro de referência de arte e cultura LGBTQIAPN+ do Rio de Janeiro. Foi indicada ao prêmio Mulher Cidadã do Congresso Nacional em 2016 por suas atuações nas pautas feministas e LGBT. Foi fundadora e primeira presidenta da ABRAFH (Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas). É autora dos livros de dramaturgia Aos Nossos Filhos (Cândido, 2019) , Luzia (2022) e Por que não Cantando? (2025), além da dissertação Outro Mundo é Possível embaixo do Temporal (Cândido, 2022). Entre seus principais trabalhos, é roteirista, atriz e produtora do longa Aos Nossos Filhos, dirigido por Maria de Medeiros e estrelado por Marieta Severo (coprodução Brasil/França, 2022), baseado em peça teatral de sua autoria sobre famílias homoafetivas indicada ao prêmio APCA de melhor dramaturgia em 2013.
