A exposição Horizontalizar Verticalidades (2026), primeira individual da artista Joana Caettano, chega em setembro para ocupar a Queerioca - Centro Cultural de Arte e Cultura LGBTQIAPN+. As obras são criadas em torno da arte do pole dance e da prática do shibari, dando visibilidade aos jogos de BDSM como gestos de desobediência ao regime político-social-afetivo normativo.
Nesta exposição, as amarrações do shibari se transformam em gestos performativos, políticos e estéticos, produtores de corpos, relações e desejos que formam uma sensibilidade queer autônoma ao sistema coercitivo das instituições. A prática do shibari vem questionar, com seus acordos e negociações explícitas, os processos violentos de subjetivação dos corpos. Amarrar aqui é subverter os lugares, as posições entre dominação e submissão, a performatividade de gênero, etc. de modo a derrubar a desigualdade tácita heteronormativa.
A prática do shibari compõe as fotoperformances, como o Futomomo acadêmico e os objetos Futomomo filosófico / e II. Nestes objetos, a amarração íntima se faz linguagem artística para seduzir e desafiar dizer algo sobre a liberdade, sobre resistir e sobre levantes íntimos. Futomomo, no contexto shibari, significa coxa, ou seja, trata-se de uma amarração que envolve a coxa. Nesta exposição os Futomomos são aplicados em livros acadêmicos e religiosos. Livros como corpos, livros-coxa que amarrados abrem espaços outros, no limiar entre controle e escolha. Criar um outro lugar, é o que nos propõe a artista com seus objetos-escultura
Futomomos, com a prática do pole dance que dá vida ao díptico Às quedas!, com a obra A fiar palavras/Afiar palavras, com a instalação Á G U AS VI VAS - uma pedagogia do erótico para as utopias do corpo. A exposição é uma HETEROTOPIA, ela trama um espaço outro que vem incendiar as realidades e os lugares que cotidianamente definham os sonhos, os desejos e a vida.
A exposição da artista Joana Caettano abre, dentro da Queerioca, uma heterotopia erótica, poética, política que provoca novos acordos e novos modos de relação entre os corpos, as coisas e os lugares.
Um outro espaço em relação à organização ordinária da sociedade, um espaço outro para a contestação, para a suspensão, para a inversão dos espaços, dos lugares e dos modos de relação fabricados, e tão maquinalmente encenados por corpos sem imaginação.
Heterotopias BDSM
Martha M. Ribeiro
FICHA TÉCNICA
Artista: Joana Caettano
Produção: Joana Caetano e Cristina Flores
Texto de apresentação: Martha M. Ribeiro
Interlocução espacial poética: Lucas Alberto e Cristina Flores
Montagem: Diego Góis
Identidade visual: Joana Caettano
Divulgação e mídias: Felipe Maia
Mesa de inauguração: Carolina Martins e Divina Malandra
Performers convidadas na Inauguração: Bárbara Ariola, Huli
Letícia Eggstein, Mami Branca, Vytoria Linda +
Agradecimentos: Ademar Moesia, Ana Rezende, Barbara Bezerra,
Giovanna Langone, Giulia Esteves, Graça Caetano, Rodrigo Trindade
Realização: Queerioca e Bonek Pedrão
A exposição Horizontalizar Verticalidades (2026), primeira individual da artista Joana Caettano, chega em setembro para ocupar a Queerioca - Centro Cultural de Arte e Cultura LGBTQIAPN+. As obras são criadas em torno da arte do pole dance e da prática do shibari, dando visibilidade aos jogos de BDSM como gestos de desobediência ao regime político-social-afetivo normativo.
Nesta exposição, as amarrações do shibari se transformam em gestos performativos, políticos e estéticos, produtores de corpos, relações e desejos que formam uma sensibilidade queer autônoma ao sistema coercitivo das instituições. A prática do shibari vem questionar, com seus acordos e negociações explícitas, os processos violentos de subjetivação dos corpos. Amarrar aqui é subverter os lugares, as posições entre dominação e submissão, a performatividade de gênero, etc. de modo a derrubar a desigualdade tácita heteronormativa.
A prática do shibari compõe as fotoperformances, como o Futomomo acadêmico e os objetos Futomomo filosófico / e II. Nestes objetos, a amarração íntima se faz linguagem artística para seduzir e desafiar dizer algo sobre a liberdade, sobre resistir e sobre levantes íntimos. Futomomo, no contexto shibari, significa coxa, ou seja, trata-se de uma amarração que envolve a coxa. Nesta exposição os Futomomos são aplicados em livros acadêmicos e religiosos. Livros como corpos, livros-coxa que amarrados abrem espaços outros, no limiar entre controle e escolha. Criar um outro lugar, é o que nos propõe a artista com seus objetos-escultura
Futomomos, com a prática do pole dance que dá vida ao díptico Às quedas!, com a obra A fiar palavras/Afiar palavras, com a instalação Á G U AS VI VAS - uma pedagogia do erótico para as utopias do corpo. A exposição é uma HETEROTOPIA, ela trama um espaço outro que vem incendiar as realidades e os lugares que cotidianamente definham os sonhos, os desejos e a vida.
A exposição da artista Joana Caettano abre, dentro da Queerioca, uma heterotopia erótica, poética, política que provoca novos acordos e novos modos de relação entre os corpos, as coisas e os lugares.
Um outro espaço em relação à organização ordinária da sociedade, um espaço outro para a contestação, para a suspensão, para a inversão dos espaços, dos lugares e dos modos de relação fabricados, e tão maquinalmente encenados por corpos sem imaginação.
Heterotopias BDSM
Martha M. Ribeiro
FICHA TÉCNICA
Artista: Joana Caettano
Produção: Joana Caetano e Cristina Flores
Texto de apresentação: Martha M. Ribeiro
Interlocução espacial poética: Lucas Alberto e Cristina Flores
Montagem: Diego Góis
Identidade visual: Joana Caettano
Divulgação e mídias: Felipe Maia
Mesa de inauguração: Carolina Martins e Divina Malandra
Performers convidadas na Inauguração: Bárbara Ariola, Huli
Letícia Eggstein, Mami Branca, Vytoria Linda +
Agradecimentos: Ademar Moesia, Ana Rezende, Barbara Bezerra,
Giovanna Langone, Giulia Esteves, Graça Caetano, Rodrigo Trindade
Realização: Queerioca e Bonek Pedrão
A exposição Horizontalizar Verticalidades (2026), primeira individual da artista Joana Caettano, chega em setembro para ocupar a Queerioca - Centro Cultural de Arte e Cultura LGBTQIAPN+. As obras são criadas em torno da arte do pole dance e da prática do shibari, dando visibilidade aos jogos de BDSM como gestos de desobediência ao regime político-social-afetivo normativo.
Nesta exposição, as amarrações do shibari se transformam em gestos performativos, políticos e estéticos, produtores de corpos, relações e desejos que formam uma sensibilidade queer autônoma ao sistema coercitivo das instituições. A prática do shibari vem questionar, com seus acordos e negociações explícitas, os processos violentos de subjetivação dos corpos. Amarrar aqui é subverter os lugares, as posições entre dominação e submissão, a performatividade de gênero, etc. de modo a derrubar a desigualdade tácita heteronormativa.
A prática do shibari compõe as fotoperformances, como o Futomomo acadêmico e os objetos Futomomo filosófico / e II. Nestes objetos, a amarração íntima se faz linguagem artística para seduzir e desafiar dizer algo sobre a liberdade, sobre resistir e sobre levantes íntimos. Futomomo, no contexto shibari, significa coxa, ou seja, trata-se de uma amarração que envolve a coxa. Nesta exposição os Futomomos são aplicados em livros acadêmicos e religiosos. Livros como corpos, livros-coxa que amarrados abrem espaços outros, no limiar entre controle e escolha. Criar um outro lugar, é o que nos propõe a artista com seus objetos-escultura
Futomomos, com a prática do pole dance que dá vida ao díptico Às quedas!, com a obra A fiar palavras/Afiar palavras, com a instalação Á G U AS VI VAS - uma pedagogia do erótico para as utopias do corpo. A exposição é uma HETEROTOPIA, ela trama um espaço outro que vem incendiar as realidades e os lugares que cotidianamente definham os sonhos, os desejos e a vida.
A exposição da artista Joana Caettano abre, dentro da Queerioca, uma heterotopia erótica, poética, política que provoca novos acordos e novos modos de relação entre os corpos, as coisas e os lugares.
Um outro espaço em relação à organização ordinária da sociedade, um espaço outro para a contestação, para a suspensão, para a inversão dos espaços, dos lugares e dos modos de relação fabricados, e tão maquinalmente encenados por corpos sem imaginação.
Heterotopias BDSM
Martha M. Ribeiro
FICHA TÉCNICA
Artista: Joana Caettano
Produção: Joana Caetano e Cristina Flores
Texto de apresentação: Martha M. Ribeiro
Interlocução espacial poética: Lucas Alberto e Cristina Flores
Montagem: Diego Góis
Identidade visual: Joana Caettano
Divulgação e mídias: Felipe Maia
Mesa de inauguração: Carolina Martins e Divina Malandra
Performers convidadas na Inauguração: Bárbara Ariola, Huli
Letícia Eggstein, Mami Branca, Vytoria Linda +
Agradecimentos: Ademar Moesia, Ana Rezende, Barbara Bezerra,
Giovanna Langone, Giulia Esteves, Graça Caetano, Rodrigo Trindade
Realização: Queerioca e Bonek Pedrão

Newsletter
QUEERIOCA
Quer saber mais da gente? Assina aqui!

Newsletter
QUEERIOCA
Quer saber mais da gente? Assina aqui!
